O caso que está a incendiar o debate político envolve membros da ANAMOLA (Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autónomo) que surgiram em público exibindo marcas visíveis de agressões físicas, alegadamente perpetradas por militantes da FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique).
Segundo relatos divulgados, após o ataque violento, as vítimas não receberam proteção — pelo contrário, foram detidas pela PRM (Polícia da República de Moçambique), numa ação que gerou indignação entre simpatizantes e organizações da sociedade civil.

