O diplomata reconhece, no entanto, os desafios da operação militar e realizações conjuntas. “Esperamos que as pessoas entendam que estamos fazendo muitos sacrifícios nessas operações. (…) Se tivermos algum problema, estamos prontos para ajudar. Mas não temos recursos ilimitados. (…) Nós perdemos pessoas, mas pelo menos a paz está lá. As pessoas voltaram de campos de IDP. As crianças voltaram para as escolas. Você pode ver que negócios começaram em Cabo Delgado”.
Ruanda reforça que a sua presença resulta de um convite do Governo moçambicano, num espírito de solidariedade entre nações, e considera que o futuro da missão deve ser decidido em coordenação entre os dois Estados.
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